Passamos boa parte da nossa vida tentando compreender como nossa mente funciona e como nos comportamos.

Os Hindus, os Egípcios, os Gregos, os Romanos, filósofos e pesquisadores dos últimos tempos têm trabalhado para desvendar esses mistérios.

Demônio. Artigo originalmente publicado em: https://www.linkedin.com/pulse/o-dem%C3%B4nio-nosso-de-cada-dia-jorge-carlos-jucoski

Algumas reações que parecem espontâneas na verdade são respostas instantâneas que damos sem mesmo perceber como e quando elas foram criadas, causando até mesmo uma certa estranheza quando percebemos o que estamos falando.

Você já teve aquela sensação “de onde eu tirei isso? ”. Esse mecanismo acontece porque temos, em nossa mente, uma “voz” nos dizendo o que fazer. Essa voz que escutamos, algumas vezes, nos dizendo o que fazer, é como se estivéssemos pensando “em voz alta” colocando os próprios pensamentos na forma de linguagem. Esse processo é chamado pela Dianética de “circuito demônio” e é muito mais comum do que pensamos.

Algumas frases funcionam como um “circuito demônio”:

  • Não fale!
  • Nunca responda aos mais velhos!
  • Você não pode falar aqui
  • Quem disse que podia falar?
  • Você não pode pensar

São combinações de palavras que reduzem o nosso intelecto e soam como uma exigência, uma ordem vinda de um comandante. Depois de algum tempo ouvindo esses comandos, nosso “eu” torna-se tão dependente desse circuito que começa a absorvê-lo como uma verdade. Na maioria das vezes, esses circuitos são crônicos e causam dor. São engramas.

À medida que o engrama é mais ativado e estimulado novamente ele transforma nosso “eu” em uma marionete sem caráter, obstruindo nossos pensamentos como um eco das palavras faladas interiormente, aqueles conselhos complicados que ouvimos como se fossem uma voz vinda de fora, real e viva.

L. Ron Hubbard dizia que “a demonologia é uma coisa fascinante. Um demônio entra numa pessoa e pode deixa-la doente”. Para a ciência da Dianética não há demônios reais. Em Dianética, o que chamamos figuradamente de “demônio” é um circuito parasita. Este tem uma ação na mente que se aproxima de uma entidade diferente do Eu. Na realidade, são derivados de engramas.

Não é difícil compreender o processo que origina o aparecimento de um circuito demônio. Veja o exemplo abaixo:

Um bebê está dormindo e seu pai grita com a sua mãe “pelo amor de Deus, me escute! ” Neste momento o bebê recebe um engrama e um “circuito demônio” entra em ação. O engrama contendo as palavras “Pelo amor de Deus, você tem que me escutar” funciona como uma estimulação crônica do engrama como uma voz dentro da cabeça, na mente.

Qualquer percepção que fique na nossa recordação, positiva ou negativa, afetará nossa percepção da realidade. As frases que contêm “eu” são muito mais destrutivas do que aquelas que contém o você.

  • Eu não posso sentir nada
  • Eu não posso pensar
  • Eu não consigo lembrar-me

Estas e milhares de outras variações, quando ditas próximas de uma pessoa “inconsciente”, serão ativadas sempre que um engrama for reativado.

As frases que contém o você “você não presta”, dita a uma pessoa desperta, talvez a deixe muito irritada se ela tiver um engrama nesse sentido. Possivelmente ela sentirá que as pessoas pensam que ela não presta. Ela poderá ter um “demônio” dizendo que ela não presta e dramatizará isto, dizendo a outras pessoas que elas não prestam.

O engrama tem um valor de comando

Na mente reativa é exercido um livre-arbítrio a respeito de quais os engramas serão usados, mas qualquer engrama, novamente estimulado com força suficiente, poderá ser dramatizado e, se for bloqueado, poderá tornar-se crônico.

Esses demônios são como parasitas, mas podem ser apagados da nossa mente. Por meio de algumas sessões de Terapia de Dianética, os “circuitos demônio” são apagados do banco de engramas e repostos como uma experiência nos bancos padrão, onde estes deveriam estar. As pessoas que atingiram o grau Clear não tem nenhuma “voz mental”; ela não pensa vocalmente.

E se você pudesse ajudar outras pessoas a melhorar suas vidas também? Venha vivenciar uma audição de Dianética, totalmente sem compromisso, apenas para conhecer!

Venha conhecer o Centro Avançado de Dianética e osauditores que vão te auxiliar a encontrar o seu “EU”, removendo as travas emocionais negativas que o impedem de superar os desafios pessoais e profissionais por meio do autoconhecimento. Estamos na Vila Mariana, perto do metrô, na Rua Afonso Celso, 66, em São Paulo. Fones: 11. 3881.2953 | 11 98442.2953.

Sobre o autor

Jorge Carlos Jucoski é terapeuta, diretor executivo e auditor do Centro de Treinamento Avançado de Dianética. Foi eleito 5 vezes melhor auditor do mundo pela I Help International. Contato: jorgecjucoski@gmail.com

Sobre a Dianética

A Dianética foi fundada pelo escritor e filósofo L. Ron Hubbard que começou seus estudos sobre mente humana, em 1923. Naquela época ele fazia longas viagens e teve a oportunidade de estudar muitas culturas em todo o mundo. Fez pesquisas científicas, desenvolveu e testou a primeira tecnologia funcional do homem sobre a mente.

Em 1950, Hubbard escreveu Dianética: O Poder da Mente sobre o Corpo, uma obra abrangente detalhando as suas descobertas e técnicas. É o primeiro e único manual definitivo da mente. Escreveu sua filosofia em mais de 5 mil escritos e tem mais de 3 mil conferências gravadas. O livro tornou-se num best-seller e figurou na lista do New York Times durante quase quatro décadas depois da sua publicação original. Ele continua a aparecer nas listas de best-sellers em todo mundo.

*Texto baseado na obra do escritor e filósofo L. Ron Hubbard “Dianética – o Poder da Mente sobre o Corpo”.

1 COMENTÁRIO

  1. putz…entao é por isso que tenho a sensacao de nao valer nada…ser vagabundo..fingido..e sem vergonha..pois me lembro drssaspalavras quando meu pai me batia ou em meus irmaos…??sera??
    pois tem coisas que eu faço que eu sei que deveria sentir vergonha,mas nao sinto!!!caraca!!!sera??//!!!!

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